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segunda-feira, 30 de maio de 2011

Prefeitura de Patu condenada por uma gestão desastrada no passado



Além de não ter prestado contas dos recursos federais (700 mil) que recebeu e não construiu a creche, o ex-prefeito Posidônio Queiroga também deixou que a Prefeitura fosse processada e condenada sem oferecer defesa.

E esta negligência tem prejudicado a população em vários serviços. A prefeita Evilásia Gildênia disse que Patu perdeu, em 2 anos, mais de R$ 7 milhões em obras na áreas de saúde, calçamento, praças, casas, escolas...

Neste mês, por exemplo, FPM do município de Patu foi bloqueado.

No na Ação Trabalhista movida pelo Sindicato dos Servidores Municipais de Patu que Posidônio estranhamente não fez a defesa da Prefeitura, o rombo é de R$ 966.359,66 (atualizada em maio de 2011).

O sindicato perdas do FGTS, mesmo Patu sendo optante de regime jurídico próprio, diverso do regime celetista, já que seus servidores, desde 2002, são regidos pelo Estatuto dos Servidores Públicos Municipais de Patu.

Para evitá-la, segundo a assessoria jurídica da atual administração, bastava que, na época que o processo estava tramitando, que Posidônio Queiroga, através da Assessoria Jurídica, tivesse feito a defesa da Prefeitura de forma simples no processo. Porém, estranhamente não o fez.

Por este ato estranho, Posidônio foi condenado pela Justiça Comum pelo crime de improbidade administrativa a ressarcir os cofres públicos no valor do prejuízo atualizado e a pagar multa no valor de 50% do prejuízo.

O município é uma situação atípica de desastre administrativo. O ex prefeito também deixou que a Justiça condenasse a Prefeitura de Patu em outras ações trabalhistas. A dívida total cobrada da atual administração (que não tem recursos para pagar) já supera a casa de R$ 1 milhão.

A assessoria Jurídica da atual administração diz já entrou com várias ações na Justiça Federal e Estadual responsabilizando o ex-prefeito Posidônio por vários desmandos administrativos como forma de destravar a liberação de recursos federais e estaduais para obras essenciais no município.

O município de Patu é um exemplo de como uma gestão desastrada pode prejudicar toda a uma população, não só durante sua gestão do referido prefeito, mas durante outras à frente. No caso, em 8 anos de governo, o ex prefeito jogou Patu 20 anos no passado e o condenou por 10 no futuro.

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